A onda de protestos que varreu o Brasil, principalmente me meados do mês de junho, parece ter se acalmado. Nas ruas, são raros os movimentos pedindo mudanças em municípios, estados e no país. O que vemos agora, com pouquíssimas exceções, são apenas baderneiros e arruaceiros, querendo apenas aparecer e provocar quebra-quebra. Valeu a pena tudo o que foi feito? Esse espirito de indignação, de busca pelos nossos direitos, irá prosseguir?
Sinceramente, eu duvido muito. O histórico do povo brasileiro mostra que, sim, quando queremos, saímos às ruas para gritar, cantar o hino nacional, estufar os peitos para demonstrar o orgulho de sermos brasileiros. Mas nos dias que se seguem, voltamos à rotina diária, aos nossos afazeres corriqueiros, e nem nos lembramos daquilo que tanto pedimos e por tanto lutamos. Foi assim na luta pelas Diretas Já e na queda de Fernando Collor de Mello. O povo saiu vencedor, mas pouco comemorou essas vitórias.
Gostaria que fosse diferente desta vez. Seria importante demais se nós, povo brasileiro, mantivéssemos essa conduta de cobrança, de pressão sobre os nossos governantes. Não é necessário sair às ruas ou organizar grandes movimentos, embora eles sejam válidos. Basta ensinarmos aos nossos filhos conceitos básicos de cidadania, civismo e honestidade. Basta gastarmos um pouquinho do nosso tempo buscando informações sobre nossos vereadores, deputados e prefeitos. Eles estão trabalhando corretamente? Foram merecedores de nossa confiança? Essa ação é individual, depende de cada um dos brasileiros.
Por fim, o grande protesto que podemos fazer acontece de dois em dois anos. Em 2014 haverá um. E o poder do voto. Nas eleições, somos poderosos. Seremos nós quem vamos escolher nossos governantes. E, a partir desta escolha, saberemos a necessidade de novos movimentos nas ruas no futuro. A solução está em nossas mãos.
Bom sábado.
sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
É difícil amar?
Amar é tão difícil!!! Frase curta que ouvi de um amigo e me levou a pensar. Será mesmo? Se a resposta for sim, entra outra pergunta: por quê? Na vida a gente ama demais, você já deve ter percebido. Amamos nossos pais, nossos irmãos, amigos. Amamos nosso cachorro, nosso gato ou papagaio. Amamos nosso time do coração, amamos nosso namorado, esposa ou esposa e nossos filhos. Amamos a Deus. Em suma, amamos do nosso nascimento até a nossa morte.
Mas então, porque seria tão difícil amar? Não seria como andar de bicicleta, que quanto mais você pratica, mais fácil fica. Ou então pular cordas, soltar pipas, fazer compras no supermercado. Quanto mais você faz, menos difícil fica. A vida ensina que não, não é simples assim. Amar exige muito, infinitamente muito mais do andar de bicicleta ou soltar pipas. Amar exige um esforço quase insuportável.
Para amar é preciso entender e aceitar quem está sendo amado. Tem que haver cumplicidade com o objeto do nosso amor. Quando amamos, de verdade, despimos de nós mesmo e passamos a vestir o outro. Mas, entenda bem. Quando digo despir de nós mesmos, não estou afirmando que deva existir uma alto-renúncia. Pelo contrário, quando amamos, fortalecemos o nosso interior, na mesma medida em que nosso amado se fortalece.
Quando amamos, somos felizes. Quando estamos amando, nos sentimos mais belos, fortes e inteligentes. Nunca será amor, se ficarmos angustiados ou em dúvida sobre nossos sentimentos. O amor faz com que nos atiremos num oceano, que é o nosso amado, sem dúvidas nenhuma se seremos seguros, se haverá botes ou coletes salva-vidas. Nós simplesmente nos atiramos.
Finalmente, respondendo a pergunta do amigo citado no primeiro parágrafo: Amar é difícil demais. Mas não existe coisa melhor.
Boa sexta-feira.
Mas então, porque seria tão difícil amar? Não seria como andar de bicicleta, que quanto mais você pratica, mais fácil fica. Ou então pular cordas, soltar pipas, fazer compras no supermercado. Quanto mais você faz, menos difícil fica. A vida ensina que não, não é simples assim. Amar exige muito, infinitamente muito mais do andar de bicicleta ou soltar pipas. Amar exige um esforço quase insuportável.
Para amar é preciso entender e aceitar quem está sendo amado. Tem que haver cumplicidade com o objeto do nosso amor. Quando amamos, de verdade, despimos de nós mesmo e passamos a vestir o outro. Mas, entenda bem. Quando digo despir de nós mesmos, não estou afirmando que deva existir uma alto-renúncia. Pelo contrário, quando amamos, fortalecemos o nosso interior, na mesma medida em que nosso amado se fortalece.
Quando amamos, somos felizes. Quando estamos amando, nos sentimos mais belos, fortes e inteligentes. Nunca será amor, se ficarmos angustiados ou em dúvida sobre nossos sentimentos. O amor faz com que nos atiremos num oceano, que é o nosso amado, sem dúvidas nenhuma se seremos seguros, se haverá botes ou coletes salva-vidas. Nós simplesmente nos atiramos.
Finalmente, respondendo a pergunta do amigo citado no primeiro parágrafo: Amar é difícil demais. Mas não existe coisa melhor.
Boa sexta-feira.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Rodrigo, o tímido
Devo confessar uma coisa. Sou extremamente tímido. Pode não parecer, mas morro de vergonha em algumas situações. Falar em público, conversar demoradamente com alguém desconhecido, pedir as namoradas para os pais. São algumas das situações que me embaraçam ou já me deixaram desconcertados. Muitos amigos meus são assim. Uns mais, outros menos, mas todos possuem pelo menos uma pontinha de timidez.
Ser uma pessoa tímida conta com suas vantagens e desvantagens. Uma vantagem é você poder manter um certo isolamento, uma relativa privacidade com relação às demais pessoas. Isto impede que detalhes particulares se tornem públicos e desagradáveis. Como desvantagem, aponto a dificuldade de relacionamentos, o que atrapalha aspectos da vida social, profissional e também sentimental. Portanto, a timidez pode ser defendida e atacada, na mesma medida.
Estudei com um rapaz, o Rodrigo. Ele deve ter passado na fila da timidez umas 10 vezes. Tinha vergonha de tudo. De falar na sala de aula, de se levantar para ir ao banheiro, de conversar com o colega de carteira. Incrível!!! Apresentações de trabalhos em grupo, na frente, então, era quase que um martírio para o Rodrigo. Alguns companheiros de classe só ouviram a sua voz lá pelo quarto mês de curso.
Mas um dia o Rodrigo me ensinou uma grande lição. Destas que a gente leva para a vida inteira. Já eram quase 22 horas, numa sexta-feira. Não preciso nem dizer o quanto os alunos estavam loucos para ir embora. Mas a aula seguinte era importante demais, revisão para a prova. Quase todos os estudantes decidiram boicotar a aula. Quase todos, menos Rodrigo. Ele ficou na sala. E ouviu, sozinho, toda a revisão.
Para nossa surpresa, ao abrirmos os e-mails no dia seguinte, lá estava uma correspondência do Rodrigo. Continha todos os textos da revisão, mais as dicas do professor da matéria e outras valiosas anotações do próprio Rodrigo. Creio que a reação de todos, ao receber o e-mail, foi a mesma: surpresa, vergonha e gratidão. Tudo junto.
Foi um tapa em nossas faces. Aquilo rapaz quieto, tímido e até mesmo rejeitado, o Rodrigo, salvou o nosso semestre. No decorrer do curso ele continuou na dele, isolado e sem muita conversa. Mas nós, os populares e sociáveis nunca mais nos esquecemos daquela atitude.
Boa tarde.
Ser uma pessoa tímida conta com suas vantagens e desvantagens. Uma vantagem é você poder manter um certo isolamento, uma relativa privacidade com relação às demais pessoas. Isto impede que detalhes particulares se tornem públicos e desagradáveis. Como desvantagem, aponto a dificuldade de relacionamentos, o que atrapalha aspectos da vida social, profissional e também sentimental. Portanto, a timidez pode ser defendida e atacada, na mesma medida.
Estudei com um rapaz, o Rodrigo. Ele deve ter passado na fila da timidez umas 10 vezes. Tinha vergonha de tudo. De falar na sala de aula, de se levantar para ir ao banheiro, de conversar com o colega de carteira. Incrível!!! Apresentações de trabalhos em grupo, na frente, então, era quase que um martírio para o Rodrigo. Alguns companheiros de classe só ouviram a sua voz lá pelo quarto mês de curso.
Mas um dia o Rodrigo me ensinou uma grande lição. Destas que a gente leva para a vida inteira. Já eram quase 22 horas, numa sexta-feira. Não preciso nem dizer o quanto os alunos estavam loucos para ir embora. Mas a aula seguinte era importante demais, revisão para a prova. Quase todos os estudantes decidiram boicotar a aula. Quase todos, menos Rodrigo. Ele ficou na sala. E ouviu, sozinho, toda a revisão.
Para nossa surpresa, ao abrirmos os e-mails no dia seguinte, lá estava uma correspondência do Rodrigo. Continha todos os textos da revisão, mais as dicas do professor da matéria e outras valiosas anotações do próprio Rodrigo. Creio que a reação de todos, ao receber o e-mail, foi a mesma: surpresa, vergonha e gratidão. Tudo junto.
Foi um tapa em nossas faces. Aquilo rapaz quieto, tímido e até mesmo rejeitado, o Rodrigo, salvou o nosso semestre. No decorrer do curso ele continuou na dele, isolado e sem muita conversa. Mas nós, os populares e sociáveis nunca mais nos esquecemos daquela atitude.
Boa tarde.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Sinto sua falta
Você está sentindo falta de alguém hoje? Sentiu falta de alguém ontem, no final de semana ou mesmo na semana passada? Tem alguém de quem você se lembra e, quando isso acontece, percebe o quanto te faz falta? Perguntas e mais perguntas. Respostas pessoais, que não saem dos lábios, mas são vindas do coração. Porque é no coração que mais sentimos a falta de alguém.
Essa situação pode se dar por uma morte. Sinto falta dos meus pais. Sinto falta de um dos meus irmãos. Você talvez sinta falta de um filho, um amigo, um conhecido. Pessoas que se foram e, pelo menos fisicamente, nunca mais as veremos. Ficarão marcados eternamente em nossas vidas, mas temos que nos contentar com fato de nunca mais poderemos abraça-las.
Existe também a falta que sentimos de pessoas que ainda estão vivas, mas longe. Pais que sentem falta dos filhos que estudam em outra cidade ou outra nação. Filhos que sentem falta dos pais, que trabalham fora ou moram fora, devido à uma triste separação. Amigos que sentem falta dos amigos de infância, que precisaram se mudar para uma outra casa, ou vão estudar em uma outra escola, longe de nós.
Mas, sem dúvidas, a pior falta que sentimos é aquela das pessoas que estão ao nosso lado. Dormem conosco, comem conosco, passeiam conosco. Mas fazem falta. Fazem falta, muitas vezes, porque estão conosco sem o desejo de estar. Dormem conosco apenas com o corpo, sendo que o coração está distante. Fazem parte da nossa vida, mas age como se nunca tivessem existido em nós.
Falo da esposa que sente falta do marido, que trabalha o dia todo e, antes de voltar para casa, passa no bar para rever aqueles que realmente importam à ele. Falo do pai, cujo filho se fechou em seu mundo particular, em seus projetos egoístas e, mesmo morando na mesma casa, não recebe um único "obrigado por tudo". Falo do filho, que na ânsia de descobrir a vida, com seus benefícios e malefícios, não encontra nos pais a segurança para um abraço afetuoso e a resposta para tamanhas indagações. Eles fazem muita falta.
Que nós possamos ter isso em mente. A simples companhia para uma pessoa pode não significar que ela não esteja sentindo a nossa falta. E convenhamos, dói demais quando sentimos a falta de alguém!!!
Boa tarde.
Essa situação pode se dar por uma morte. Sinto falta dos meus pais. Sinto falta de um dos meus irmãos. Você talvez sinta falta de um filho, um amigo, um conhecido. Pessoas que se foram e, pelo menos fisicamente, nunca mais as veremos. Ficarão marcados eternamente em nossas vidas, mas temos que nos contentar com fato de nunca mais poderemos abraça-las.
Existe também a falta que sentimos de pessoas que ainda estão vivas, mas longe. Pais que sentem falta dos filhos que estudam em outra cidade ou outra nação. Filhos que sentem falta dos pais, que trabalham fora ou moram fora, devido à uma triste separação. Amigos que sentem falta dos amigos de infância, que precisaram se mudar para uma outra casa, ou vão estudar em uma outra escola, longe de nós.
Mas, sem dúvidas, a pior falta que sentimos é aquela das pessoas que estão ao nosso lado. Dormem conosco, comem conosco, passeiam conosco. Mas fazem falta. Fazem falta, muitas vezes, porque estão conosco sem o desejo de estar. Dormem conosco apenas com o corpo, sendo que o coração está distante. Fazem parte da nossa vida, mas age como se nunca tivessem existido em nós.
Falo da esposa que sente falta do marido, que trabalha o dia todo e, antes de voltar para casa, passa no bar para rever aqueles que realmente importam à ele. Falo do pai, cujo filho se fechou em seu mundo particular, em seus projetos egoístas e, mesmo morando na mesma casa, não recebe um único "obrigado por tudo". Falo do filho, que na ânsia de descobrir a vida, com seus benefícios e malefícios, não encontra nos pais a segurança para um abraço afetuoso e a resposta para tamanhas indagações. Eles fazem muita falta.
Que nós possamos ter isso em mente. A simples companhia para uma pessoa pode não significar que ela não esteja sentindo a nossa falta. E convenhamos, dói demais quando sentimos a falta de alguém!!!
Boa tarde.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Esse "cara" sou eu!!!
Eu sou um cara de sorte. Ou melhor, um cara abençoado, já que não acredito nestas coisas de sorte ou azar. Ou, melhor ainda, parafraseando Roberto Carlos, esse "cara" sou eu!!! Não, eu não fiquei rico de uma hora para outra. Também não ganhei uma casa própria no valor de R$ 30 mil do programa do Silvio Santos. Tampouco fui eleito para algum cargo público, onde trabalharia pouco e ganharia muito. Nada disso.
Eu sou o "cara" porque tenho amigos maravilhosos. E não são 10, 20 ou 50. São centenas deles. Amigos com os quais eu posso contar em qualquer momento, para dividir minhas alegrias, muitas, e minhas frustrações, algumas. Tenho também uma família linda. Irmãos que chamo de presentes dados por Deus, que me ensinaram coisas boas, mesmo realizando coisas ruins em determinados momentos. Chefes, líderes, liderados, enfim, pessoas decentes que fazem parte do meu dia a dia.
Quando reclamamos da vida, você e eu, estamos sendo injustos. Primeiro, e acima de tudo, porque temos ela, a vida. Não há dádiva maior. Além disso, temos companheiros que estão conosco, dispostos a tudo para nos ajudar. Temos o sol, a lua, o frio, o calor, tudo no seu tempo, tudo para nos satisfazer. Temos o direito de sermos felizes e até de ficarmos tristes. Podemos gritar, silenciar, pular ou ficar imóvel. Enfim, somos livres. Podemos tudo. Somos ou não os "caras"?
Por isso amigo, nada de ficar de mal com a vida, com o mundo. Ela, a vida, é muito bela para pensarmos em tristeza ou em stress. Não dá para ficarmos um minuto sequer lamentando algo, se temos mais 1439 minutos para viver em um único dia.
Boa tarde.
Eu sou o "cara" porque tenho amigos maravilhosos. E não são 10, 20 ou 50. São centenas deles. Amigos com os quais eu posso contar em qualquer momento, para dividir minhas alegrias, muitas, e minhas frustrações, algumas. Tenho também uma família linda. Irmãos que chamo de presentes dados por Deus, que me ensinaram coisas boas, mesmo realizando coisas ruins em determinados momentos. Chefes, líderes, liderados, enfim, pessoas decentes que fazem parte do meu dia a dia.
Quando reclamamos da vida, você e eu, estamos sendo injustos. Primeiro, e acima de tudo, porque temos ela, a vida. Não há dádiva maior. Além disso, temos companheiros que estão conosco, dispostos a tudo para nos ajudar. Temos o sol, a lua, o frio, o calor, tudo no seu tempo, tudo para nos satisfazer. Temos o direito de sermos felizes e até de ficarmos tristes. Podemos gritar, silenciar, pular ou ficar imóvel. Enfim, somos livres. Podemos tudo. Somos ou não os "caras"?
Por isso amigo, nada de ficar de mal com a vida, com o mundo. Ela, a vida, é muito bela para pensarmos em tristeza ou em stress. Não dá para ficarmos um minuto sequer lamentando algo, se temos mais 1439 minutos para viver em um único dia.
Boa tarde.
domingo, 28 de julho de 2013
Princesa Sophia
Hoje, domingo, quero fazer uma homenagem. Com certeza a minha homenageada não lerá este texto, pelo menos por dois anos ainda. Mas, mesmo assim, vale a pena. Seu sorriso, seus olhos, seus rasos cabelos. Tudo nela é lindo. Tudo nela merece ser vislumbrado. Tudo nela encanta. Apenas quatro meses de vida, mas parece não ter existido vida antes do nascimento dela. Falo da princesa Sophia!!!
Sophia é minha sobrinha mais nova. Ao nascer, Sophia ensinou aos pais, avós e tios, inclusive eu, como a vida pode ser bela, mesmo nos dias atuais. Como um sorriso de criança pode mudar o ambiente, o horizonte em que vivemos. Quando uma criança sorri é como se mudassemos de mundo. Deixamos de lado os problemas, as intrigas, as inimizades e preocupações, e nós importamos apenas com aquele sorriso. E, no caso da Sophia, que sorriso...
Mas não é exclusividade dela. Você, amigo deste blog, com certeza tem uma criança aí do seu lado, em casa, na familia ou mesmo na vizinhança. Aproveite. Faça ela sorrir. Cante musiquinhas para ela, faça brincadeirinhas para agradá-la, busque dentinhos em sua boca, belisque de leve sua fofinha bochecha. Faça a festa com ela. Será muito bom para a criança, mas fundamental para você, mero adulto.
Que neste domingo a simplicidade de uma criança, linda como a Sophia, possa mostrar que a vida é bela e vale muito mais do que os seus, os meus, os nossos problemas. E que o sorriso dessa criança seja o combustível para enfrentarmos mais uma semana que está iniciando.
Bom domingo!!!
Sophia é minha sobrinha mais nova. Ao nascer, Sophia ensinou aos pais, avós e tios, inclusive eu, como a vida pode ser bela, mesmo nos dias atuais. Como um sorriso de criança pode mudar o ambiente, o horizonte em que vivemos. Quando uma criança sorri é como se mudassemos de mundo. Deixamos de lado os problemas, as intrigas, as inimizades e preocupações, e nós importamos apenas com aquele sorriso. E, no caso da Sophia, que sorriso...
Mas não é exclusividade dela. Você, amigo deste blog, com certeza tem uma criança aí do seu lado, em casa, na familia ou mesmo na vizinhança. Aproveite. Faça ela sorrir. Cante musiquinhas para ela, faça brincadeirinhas para agradá-la, busque dentinhos em sua boca, belisque de leve sua fofinha bochecha. Faça a festa com ela. Será muito bom para a criança, mas fundamental para você, mero adulto.
Que neste domingo a simplicidade de uma criança, linda como a Sophia, possa mostrar que a vida é bela e vale muito mais do que os seus, os meus, os nossos problemas. E que o sorriso dessa criança seja o combustível para enfrentarmos mais uma semana que está iniciando.
Bom domingo!!!
sábado, 27 de julho de 2013
Jovens, eu vos escolhi porque sois fortes!!!
A presença do Papa Francisco no Brasil e a Jornada Mundial da Juventude trouxeram à tona nesta semana um assunto muito importante: a fé e religiosidade dos jovens, mais notadamente os brasileiros. Afinal, milhares deles saíram de todas as partes do país e se dirigiram ao Rio de Janeiro, sede do evento, que também atraiu peregrinos dos cinco continentes. O que moveu estes jovens?
É claro que as homilias do papa argentino contribuíram para que muita gente viesse ao Brasil, inclusive seus conterrâneos, mas é inegável e totalmente perceptível a sede de mudanças, vista nos olhos de cada um destes fiéis. Aqui no Brasil, ainda sob o rescaldo das gigantes manifestações ocorridas no mês de junho, o clima é de reivindicações, de mudanças de melhorias. E isso tudo também envolve a fé.
Por décadas, o catolicismo, maior vertente religiosa do Brasil, deixou o jovem de lado, em segundo plano.Tanto nas decisões administrativas, quando na liturgia eclesiástica, poucas vezes foi dado espaço aos mais novos para opinarem, participarem, serem ouvidos. Os jovens, para os católicos, pareciam ser considerados menos importantes.
A grande mudança se deu a partir do final da década de 80, com o avanço do chamado Movimento Carismático. Foi aí, com uma reinvenção das ações da Igreja, que os jovens mostraram sua força, vigor e vontade de participar, em um primeiro momento, e revolucionar ideias e atitudes. Apenas o estopim para mudanças significativas no modo de pensar e agir do jovem católico.
Que a Jornada Mundial e as demais atividades católicas, no Brasil e no mundo, sigam essa tendência. Valorizar os jovens e permitir sua participação nos passos importantes do desenvolvimento da Igreja e da nação. E que os jovens, independente da religião, mostrem ao mundo que podem mais, querem mais. E se tornem marcos em meio à uma geração que parecia desacreditada.
Bom final de semana.
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