Perder é muito ruim. Seja lá o que for. Perder hora para o trabalho ou escola deixa qualquer pessoa estressada. Perder o ônibus ou a carona. Perder dinheiro, um anel, um brinco ou um relógio. Não importa o tamanho ou valor do objeto perdido. Nos deixa mal, carrancudo e de mal com a vida por um período de tempo. Perder não é legal. Perder quando não estamos preparados, então, é mais desagradável ainda.
Mas, acredite. Existem perdas que são para o nosso bem. Perdemos alguma coisa hoje e, no futuro, mas vamos perceber que ganhamos muito mais, a partir daquela perda. Você nunca passou por isso? Deve ter passado. Quantas vezes você perde a hora do trabalho e, depois, fica sabendo que o chefe deu bronca em todo mundo que estava na empresa, menos você? Ou quem sabe você perdeu o ônibus, mas em seguida reencontrou um amigo que não via há anos e ganhou dele uma carona e saudosas histórias? Ou então a menina, que perdeu o namorado. Chorou, se escabelou, quase morreu. Mas hoje vê que não perdeu, mas ganhou, por estar ao lado de uma outra pessoa, realmente digna de sua companhia e carinho.
A vida é assim. Deus age assim. Nos permite perder algo hoje, para ganhar algo melhor amanhã. Permite que perdemos um emprego, para alavancar nossa carreira amanhã. Nos permite chorar pela perda de um bem, mas nos dá a segurança de que teremos outro bem, melhor ainda, no futuro. Essas perdas são doloridas no inicio, parecem não ter cura. Mas servirão como experiência, como alento para os dias vindouros.
Portanto, se você perdeu algo que tanto estimava, hoje, saiba que não está sozinho. Eu também perdi. Milhares de pessoas em sua volta também perderam. Hoje nós vamos chorar, lamentar e acreditar que tudo chegou ao fim. Mas, tenha calma. Amanhã será diferente. As vitórias conquistadas no novo dia nos fazem esquecer as perdas do passado.
Sejamos gratos.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Meu pai é meu super herói
Eu tenho um super herói preferido. Ele não tem medo e nunca perdeu uma batalha. Tenho até um poster dele, gigante, bem na cabeceira da minha cama. Meu super herói não usa capa, espada e tampouco arma de laser. Também não precisa de escudo e não pula por cima de prédios ou destrói carros e prédios com um estalar de dedos. Mesmo assim, não tenho nenhum temor quando estou perto dele. Somente sua voz me deixa aliviado.
Quando criança, meu super herói até dormia comigo. Quando eu perdia sono, ele derrotava os "monstros" que teimavam em me deixar acordado. Contava histórias de suas vitórias e me encantava com todas as peripécias em um reino que não conhecia. Dizia como tinha sido o seu dia de trabalho, como triunfou sobre as fantasmas dos trânsito e passou como um gladiador sobre uma malvada, que ele chamava de correria.
Poucas vezes vi meu super herói triste. Quase nunca presenciei uma lágrima rolando em seus olhos. Já esteve doente, algumas vezes, mas mesmo assim não se enfraqueceu. Me livrou muitas vezes dos gigantes do colégio, que teimavam em me perseguir. Enxugou minhas lágrimas infinitamente vezes, quando me machucava jogando bola ou brincando de lutar com os amigos. Ele sempre foi meu porto seguro.
Dizem que hoje é o dia do meu herói. Quero demais lhe entregar presente. Mas qual, se todas as riquezas do mundo se resumem a nada, perto do ele já fez por mim. Hoje meu super herói já está com as mãos e pés enfraquecidos. Sua pele já aparece enrugada e seus reflexos não são mais os menos. Às vezes até esquece o meu nome. Não tem problemas. Ontem, hoje e amanhã. Forte ou fraco. Longe ou perto. Meu pai é meu super herói. Nele eu confio. Obrigado pai.
Feliz Dia dos Pais!!!
Quando criança, meu super herói até dormia comigo. Quando eu perdia sono, ele derrotava os "monstros" que teimavam em me deixar acordado. Contava histórias de suas vitórias e me encantava com todas as peripécias em um reino que não conhecia. Dizia como tinha sido o seu dia de trabalho, como triunfou sobre as fantasmas dos trânsito e passou como um gladiador sobre uma malvada, que ele chamava de correria.
Poucas vezes vi meu super herói triste. Quase nunca presenciei uma lágrima rolando em seus olhos. Já esteve doente, algumas vezes, mas mesmo assim não se enfraqueceu. Me livrou muitas vezes dos gigantes do colégio, que teimavam em me perseguir. Enxugou minhas lágrimas infinitamente vezes, quando me machucava jogando bola ou brincando de lutar com os amigos. Ele sempre foi meu porto seguro.
Dizem que hoje é o dia do meu herói. Quero demais lhe entregar presente. Mas qual, se todas as riquezas do mundo se resumem a nada, perto do ele já fez por mim. Hoje meu super herói já está com as mãos e pés enfraquecidos. Sua pele já aparece enrugada e seus reflexos não são mais os menos. Às vezes até esquece o meu nome. Não tem problemas. Ontem, hoje e amanhã. Forte ou fraco. Longe ou perto. Meu pai é meu super herói. Nele eu confio. Obrigado pai.
Feliz Dia dos Pais!!!
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Vamos valorizar nossos "véinhos"
Chega a ser crueldade a maneira que o Brasil trata seus idosos. Diariamente, homens e mulheres, fundamentais na história e construção desta nação, morrem isolados, abandonados e esquecidos em asilos ou clínicas geriátricas. Mãos enrugadas, calejadas, que tanto fizeram para o país fosse o tal "gigante desperto" de hoje, não conseguem mais se segurar para impedir uma queda. Pernas que chegaram a caminhar quilômetros e mais quilômetros, buscando o sustento de suas famílias, agora necessitam de muletas e bengalas, quando não cadeira de rodas, para estarem sustentadas. Triste.
Em comparação com outros países, então, nosso despreparo em relação aos mais velhos chega a ser covarde. Pra ficar somente em dois, cito os Estados Unidos e o Japão. Os americanos reverenciam o seus "pais", seja por muitos terem defendido a pátria nas guerras ou simplesmente por terem construído o império ianque. Já no Japão, e em outras nações orientais, os idosos chegam a ser mais valorizados que os mais jovens, mesmo sendo estes a mola propulsora atual de suas economias. Quantas diferenças...
Aqui, em território tupiniquim, os idosos trabalham a vida inteira para, ao se aposentarem, receberem um ou dois salários mínimos mensais, dinheiro que não dá nem para comprar remédios. Excetuando a classe política, convenhamos indigna de qualquer menção neste espaço, os senhores e senhoras que deram e dão a vida por este Brasil, são completamente desamparados no momento em que mais precisam de auxilio.
Em muitos casos, nem na família os mais velhos encontram refúgio. Basta olharmos as noticias, cada vez mais rotineiras, de filhos que abandonam os pais. Hospitais e casas de repouso estão cheios de idosos que, já há muito tempo, não são visitados por seus parentes. Contam com os enfermeiros, assistentes sociais e outros idosos, para não ficarem completamente sozinhos. Isso quando os familiares não agridem ou até mesmo provocam a morte destas pessoas indefesas.
Por isso, se existe algum idoso em seu círculo de convivência, valorize-o. Ele não conseguirá te ajudar a construir uma casa, mas vai te agraciar com um castelo de sabedoria. Se não existe, dê lugar a um cada estiver no ônibus ou na fila de um banco. Porque, com certeza, você será um deles muito em breve.
Seja bondoso.
Em comparação com outros países, então, nosso despreparo em relação aos mais velhos chega a ser covarde. Pra ficar somente em dois, cito os Estados Unidos e o Japão. Os americanos reverenciam o seus "pais", seja por muitos terem defendido a pátria nas guerras ou simplesmente por terem construído o império ianque. Já no Japão, e em outras nações orientais, os idosos chegam a ser mais valorizados que os mais jovens, mesmo sendo estes a mola propulsora atual de suas economias. Quantas diferenças...
Aqui, em território tupiniquim, os idosos trabalham a vida inteira para, ao se aposentarem, receberem um ou dois salários mínimos mensais, dinheiro que não dá nem para comprar remédios. Excetuando a classe política, convenhamos indigna de qualquer menção neste espaço, os senhores e senhoras que deram e dão a vida por este Brasil, são completamente desamparados no momento em que mais precisam de auxilio.
Em muitos casos, nem na família os mais velhos encontram refúgio. Basta olharmos as noticias, cada vez mais rotineiras, de filhos que abandonam os pais. Hospitais e casas de repouso estão cheios de idosos que, já há muito tempo, não são visitados por seus parentes. Contam com os enfermeiros, assistentes sociais e outros idosos, para não ficarem completamente sozinhos. Isso quando os familiares não agridem ou até mesmo provocam a morte destas pessoas indefesas.
Por isso, se existe algum idoso em seu círculo de convivência, valorize-o. Ele não conseguirá te ajudar a construir uma casa, mas vai te agraciar com um castelo de sabedoria. Se não existe, dê lugar a um cada estiver no ônibus ou na fila de um banco. Porque, com certeza, você será um deles muito em breve.
Seja bondoso.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Brasil, transitando pela Rodovia da Ignorância
Nos dias atuais é quase um insulto falarmos em educação. Solicitar educação, então, se assemelha a um sacrilégio. E isso é extremamente lamentável. Não existe cidadania, sem educação. Não há civismo, onde não existe educação. Respeito ao próximo e não preconceito às atitudes de outrem são direitos ultrajados em um povo que não é educado. O Brasil, infelizmente, caminha por estrada perigosa, chamada Rodovia da Ignorância.
Quando se pede investimentos em educação, despejar dinheiro público não basta. São fundamentais políticas sérias e desprovidas de quaisquer interesses políticos e partidários. Deve se trabalhar na raiz do problema, que é a formação sócio-cultural da população, e não apenas no topo da piramide educacional, a sala de aula. Quando todos os esforços visam apenas a sala de aula, esquecendo das ações fundamentais a partir da base, os investimentos passam a ser despejados pelo ralo.
Ralo, aliás, que passou a hora de ser fechado. Ou melhor, ralos. Vários deles. Burocracia, corrupção, falta de capacitação, ações ilícitas. Todos esses problemas emperram o crescimento da educação no país. O mais doloroso é que são problemas conhecidíssimos e, a impressão que passa, é de que nossos governantes não tem lá tanta pressa em resolve-los. Por que será?
Enquanto isso, já não nos surpreendemos mais com a estrutura educacional brasileira, que beira o arcaico. Materiais sucateados e defasados, alunos desinteressados e desmotivados, professores perdendo a paixão pela arte de ensinar. Isso quando não são agredidos em sala de aula. O governo não faz sua parte. Mas os pais também não.
Uma educação de verdade começa em casa, na família. A responsabilidade de educar, primeiro, é dos pais. A escola deverá ser um suporte para essa educação. Não podemos, como pais, querer transferir essa responsabilidade para os professores. Trata-se de omissão. Se temos, hoje, alunos rebeldes, indisciplinados e desobedientes aos docentes, provavelmente eles também sejam assim em casa.
Queremos uma Educação melhor? Sim, queremos. Temos o direito legal de exigir isso. Mas oferecemos, em casa, uma educação ideal? Pense nisso.
Sejamos educados.
Quando se pede investimentos em educação, despejar dinheiro público não basta. São fundamentais políticas sérias e desprovidas de quaisquer interesses políticos e partidários. Deve se trabalhar na raiz do problema, que é a formação sócio-cultural da população, e não apenas no topo da piramide educacional, a sala de aula. Quando todos os esforços visam apenas a sala de aula, esquecendo das ações fundamentais a partir da base, os investimentos passam a ser despejados pelo ralo.
Ralo, aliás, que passou a hora de ser fechado. Ou melhor, ralos. Vários deles. Burocracia, corrupção, falta de capacitação, ações ilícitas. Todos esses problemas emperram o crescimento da educação no país. O mais doloroso é que são problemas conhecidíssimos e, a impressão que passa, é de que nossos governantes não tem lá tanta pressa em resolve-los. Por que será?
Enquanto isso, já não nos surpreendemos mais com a estrutura educacional brasileira, que beira o arcaico. Materiais sucateados e defasados, alunos desinteressados e desmotivados, professores perdendo a paixão pela arte de ensinar. Isso quando não são agredidos em sala de aula. O governo não faz sua parte. Mas os pais também não.
Uma educação de verdade começa em casa, na família. A responsabilidade de educar, primeiro, é dos pais. A escola deverá ser um suporte para essa educação. Não podemos, como pais, querer transferir essa responsabilidade para os professores. Trata-se de omissão. Se temos, hoje, alunos rebeldes, indisciplinados e desobedientes aos docentes, provavelmente eles também sejam assim em casa.
Queremos uma Educação melhor? Sim, queremos. Temos o direito legal de exigir isso. Mas oferecemos, em casa, uma educação ideal? Pense nisso.
Sejamos educados.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
O poder da música
É incrível o poder que a música exerce sobre nós. Eu sou leigo, não entendo nada de teorias musicais. Mas adoro música. Gosto demais de me deitar ouvindo música, viajar com o fone no ouvido e até tomar banho, com meu radinho devidamente protegido com uma capa impermeabilizante. A música faz parte de nossas vidas, está arraigada em nosso cotidiano. Pense bem. Todos os momentos marcantes em nossa história, continham uma tema musical, ou ganhariam um com o passar do tempo.
Tudo bem, eu concordo que no Brasil, ultimamente, qualquer porcaria estão chamando de música. Cantores bem medianos estão sendo classificados de "monstros sagrados" da música nacional. Os maiores vendedores de discos e shows não são capazes de compor ou entoar canções que contenham mais silabas que as grudentas tche-tche-re-re, le-le-le, ou tanhe-tanhe-tanhe. Mas nada é tão bom como uma música de verdade.
A música desperta nossas paixões. Nos faz recordar do passado. A primeira professora, os primeiros amigos, a primeira namorada, o primeiro beijo. Tudo é lembrado a partir de uma música. Ela nos faz chorar, mesmo quando estamos felizes. Nos faz sorrir, mesmo quando estamos tristes. Em casos têm o poder anestésico, nos livrando até de algumas dores, mesmo que momentaneamente.
O gosto pela música independe do estilo musical preferido. Também não está ligado à uma formação técnica ou cultural pelo assunto. Gostamos porque nos faz bem. Não importa a idade, a nacionalidade ou a classe social. A música encanta, não somente quem canta, mas a todos. Está com seu fone de ouvido ou pen-drive aí? Boa seleção musical e ótimos momentos de viagem para você.
Sejamos felizes.
Tudo bem, eu concordo que no Brasil, ultimamente, qualquer porcaria estão chamando de música. Cantores bem medianos estão sendo classificados de "monstros sagrados" da música nacional. Os maiores vendedores de discos e shows não são capazes de compor ou entoar canções que contenham mais silabas que as grudentas tche-tche-re-re, le-le-le, ou tanhe-tanhe-tanhe. Mas nada é tão bom como uma música de verdade.
A música desperta nossas paixões. Nos faz recordar do passado. A primeira professora, os primeiros amigos, a primeira namorada, o primeiro beijo. Tudo é lembrado a partir de uma música. Ela nos faz chorar, mesmo quando estamos felizes. Nos faz sorrir, mesmo quando estamos tristes. Em casos têm o poder anestésico, nos livrando até de algumas dores, mesmo que momentaneamente.
O gosto pela música independe do estilo musical preferido. Também não está ligado à uma formação técnica ou cultural pelo assunto. Gostamos porque nos faz bem. Não importa a idade, a nacionalidade ou a classe social. A música encanta, não somente quem canta, mas a todos. Está com seu fone de ouvido ou pen-drive aí? Boa seleção musical e ótimos momentos de viagem para você.
Sejamos felizes.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Inveja: o câncer que mata o próprio invejoso
O invejoso é uma das piores espécies de seres humanos. É incrível o poder destruidor que existe na inveja. Mas, o interessante e triste, é a destruição não atinge o invejado, mas sim o próprio invejoso. Quantos casos conhecemos de pessoas doentes, de espíritos doentes e quase mortos, cuja causa tenha sido a inveja? Quantos relacionamentos destruídos, amizades perdidas, paixões esquecidas, tudo fruto da maldita inveja.
Invejar alguém é desejar estar no lugar deste alguém. Quando invejamos, por exemplo, o sucesso de alguém, estamos, em nosso íntimo, torcendo para que essa pessoa fracasse, tenha seu sucesso arruinado. Os invejosos, na verdade, são incapazes assumidos. Se não quero trabalhar muito para ter uma casa boa, invejo quem a tem. Se não quero estudar para ter uma profissão digna de um bom salário, invejo quem estudou. Se não sou homem suficiente para ter uma mulher maravilhosa ao meu lado, invejo quem conseguiu.
Seria bacana se, ao invés de sentirmos inveja, ficássemos orgulhosos dos triunfos alheios. E mais, além de orgulhosos, deveríamos ficar encorajados e motivados para buscar o mesmo sucesso. Ninguém se torna vencedor nesta vida sem trabalhar. Não conheço ninguém que tenha obtido exito pessoal enquanto sentia inveja dos outros, maquinando em seu coração uma maneira de ver o seu próximo cair.
Nem por motivos tidos como "nobres" devemos sentir inveja. Podemos nos espelhar em pessoas que fazem o bem, que amam e ajudam o próximo, que possuem compaixão e gratidão em seus corações. Mas nunca os invejar. Inveja é sinal de fraqueza. É um câncer maligno, quase que mortal, que deve ser extirpado de nossos corações.
Sejamos felizes.
Invejar alguém é desejar estar no lugar deste alguém. Quando invejamos, por exemplo, o sucesso de alguém, estamos, em nosso íntimo, torcendo para que essa pessoa fracasse, tenha seu sucesso arruinado. Os invejosos, na verdade, são incapazes assumidos. Se não quero trabalhar muito para ter uma casa boa, invejo quem a tem. Se não quero estudar para ter uma profissão digna de um bom salário, invejo quem estudou. Se não sou homem suficiente para ter uma mulher maravilhosa ao meu lado, invejo quem conseguiu.
Seria bacana se, ao invés de sentirmos inveja, ficássemos orgulhosos dos triunfos alheios. E mais, além de orgulhosos, deveríamos ficar encorajados e motivados para buscar o mesmo sucesso. Ninguém se torna vencedor nesta vida sem trabalhar. Não conheço ninguém que tenha obtido exito pessoal enquanto sentia inveja dos outros, maquinando em seu coração uma maneira de ver o seu próximo cair.
Nem por motivos tidos como "nobres" devemos sentir inveja. Podemos nos espelhar em pessoas que fazem o bem, que amam e ajudam o próximo, que possuem compaixão e gratidão em seus corações. Mas nunca os invejar. Inveja é sinal de fraqueza. É um câncer maligno, quase que mortal, que deve ser extirpado de nossos corações.
Sejamos felizes.
domingo, 4 de agosto de 2013
O gigante faz 100 anos. Parabéns Rio Branco!!!
O futebol é mágico. Ele nos faz viajar sem sair do lugar, nos faz sonhar acordados. O futebol tem o incrível poder de unir povos diferentes, fazer amigos no momento de um gol e inimigos no mesmo momento. Um jogo de 90 minutos proporciona emoções comparadas à epopeias e decepções que nos fazem buscar um esconderijo, longe de tudo e de todos.
Eu amo futebol. Frequento estádios desde quando me entendo por gente. Já sentei no cimento quente da arquibancada, tomando sol e chuva. Já sentei nas cadeiras cativas, e, não raras vezes, tive que trocar de lugar com a chegada do proprietário dela. Já fiquei rouco de gritar gol, por xingar o árbitro ou por lamentar uma derrota. Já saí muito triste do estádio, mas no jogo seguinte estava lá, com a mesma confiança no triunfo.
Só existe um time de futebol que já me fez chorar. Ele completa 100 anos hoje. Muitos duvidavam que alcançaria essa marca. Eu nunca duvidei. O seu estádio, o charmoso Décio Vitta, hoje municipal, foi a minha segunda casa. Praticamente todos os dias eu lá estava. Assistindo treinos, jogos. Escorregando com papelão no antigo barranco. Lá era meu país das maravilhas. Aprendi com o Juraci, meu irmão, a amar esse clube. Vibrei com gols de Macedo, Marcelo Carioca, Marcos Vinicius, Mazinho Loyola, Sandro Hiroshi, Lincoln, entre outros. Comemorei como um gol as defesas de Silvio Luiz, Marquinhos Sartore, Marcelo Bonan, Magrão, Yuri, Cristiano e outros grandes goleiros. Torci demais pelo êxito de treinadores do quilate de Cilinho, Cassiá, Lula Pereira, Afrânio, Zé Teodoro e cia.
É impossível não se apaixonar pelo Rio Branco Esporte Clube. Poucos são tão respeitados, no Brasil, como este gigante do interior. Nascedouro de craques do porte de Flávio Conceição, Marcos Assunção, Mineiro, Marcos Senna, Zinha, Anailson. Time que incomodava os grandes, os vencendo em casa e fora dela. Como fez bonito esse time, em 100 anos de história. História esta que medíocres
tentaram, mas não conseguiram destruir.
Parabéns Rio Branco. Obrigado Juraci, por me ensinar a amar este clube. Nas vitórias e nas derrotas!!!
Eu amo futebol. Frequento estádios desde quando me entendo por gente. Já sentei no cimento quente da arquibancada, tomando sol e chuva. Já sentei nas cadeiras cativas, e, não raras vezes, tive que trocar de lugar com a chegada do proprietário dela. Já fiquei rouco de gritar gol, por xingar o árbitro ou por lamentar uma derrota. Já saí muito triste do estádio, mas no jogo seguinte estava lá, com a mesma confiança no triunfo.
Só existe um time de futebol que já me fez chorar. Ele completa 100 anos hoje. Muitos duvidavam que alcançaria essa marca. Eu nunca duvidei. O seu estádio, o charmoso Décio Vitta, hoje municipal, foi a minha segunda casa. Praticamente todos os dias eu lá estava. Assistindo treinos, jogos. Escorregando com papelão no antigo barranco. Lá era meu país das maravilhas. Aprendi com o Juraci, meu irmão, a amar esse clube. Vibrei com gols de Macedo, Marcelo Carioca, Marcos Vinicius, Mazinho Loyola, Sandro Hiroshi, Lincoln, entre outros. Comemorei como um gol as defesas de Silvio Luiz, Marquinhos Sartore, Marcelo Bonan, Magrão, Yuri, Cristiano e outros grandes goleiros. Torci demais pelo êxito de treinadores do quilate de Cilinho, Cassiá, Lula Pereira, Afrânio, Zé Teodoro e cia.
É impossível não se apaixonar pelo Rio Branco Esporte Clube. Poucos são tão respeitados, no Brasil, como este gigante do interior. Nascedouro de craques do porte de Flávio Conceição, Marcos Assunção, Mineiro, Marcos Senna, Zinha, Anailson. Time que incomodava os grandes, os vencendo em casa e fora dela. Como fez bonito esse time, em 100 anos de história. História esta que medíocres
tentaram, mas não conseguiram destruir.
Parabéns Rio Branco. Obrigado Juraci, por me ensinar a amar este clube. Nas vitórias e nas derrotas!!!
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