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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A lição da vida e morte de Estevão

A vida e história de Estevão servem como exemplo de uma pessoa que não buscou a vingança humana. Mesmo tendo razões para isso, afinal ele foi injustamente acusado de algo que não cometeu, Estevão suportou a dor e a morte, sem murmurar em momento algum e sem desejar que Deus pesasse a mão sobre seus assassinos. Por isso ele foi considerado o primeiro mártir da história da igreja.

O livro de Atos, no capitulo 6, revela que Estevão foi escolhido, juntamente com outros seis homens, para exercer o trabalho de diaconia. Na relação de nomes, no versículo cinco, o único que teve citadas suas características foi Estevão. O texto diz que ele era “homem cheio de fé e do Espírito Santo”. Credenciado, portanto, para realizar uma função tão importante na casa do Senhor.

No entanto, alguns doutores da lei e estrangeiros começaram a questionar as palavras e atitudes de Estevão. Afinal, elas confrontavam as atitudes daqueles homens, fariseus, que conheciam os mandamentos divinos, mas não viviam o que pregavam. Tinham Deus na mente, mas não O permitiam entrar em seus corações. Eles se juntaram, subornaram homens do povo e acusaram Estevão de proferir blasfemas contra a sinagoga e contra a lei.

Preso, Estevão foi levado ao sumo sacerdote. Diante dele, o servo de Deus resumiu a história dos hebreus em apenas 53 versículos, no capítulo 7. Confrontou aqueles mestres com a singeleza e simplicidade da palavra de Deus. “Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, não a guardastes”. Foram as palavras que enfureceram os legalistas.


Estevão foi expulso da cidade. Foi apedrejado, até a morte. Mas não se abateu. Enquanto desfalecia, pedia ao Senhor que recebesse seu espírito. Enquanto cada pedra atingia seu corpo, lhe provocando dor, se colocou de joelhos e exclamou: “Senhor, não os culpe por este pecado”. E expirou. Mesmo morto, as palavras de Estevão ainda nos incomodam. Elas nos ensinam que a vingança não cabe ao homem. Somente Deus sabe se ela é justa ou não. 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O Senhor tira meus pés da armadilha

Deus está sempre pronto a nos ajudar. O salmista sabia muito bem disso ao escrever o Salmo 25. No versículo 2 ele expressa toda a sua confiança no Senhor. No 3 ele reafirma a certeza de que Deus não decepciona àqueles que nele depositam suas esperanças. No décimo versículo o salmista declara que os caminhos do Senhor são amor e fidelidade, para todos que cumprem os mandamentos da sua aliança.

A única certeza que podemos ter neste mundo é a segurança de Deus. O desemprego nos aflige, também os desentendimentos familiares. Nossos filhos estão se refugiando nas drogas, enquanto nossos entes queridos têm suas vidas ceifadas com a violência que aumenta a cada dia. Pata onde olhamos podemos presenciar dores, lágrimas e desespero. Somente a presença do Senhor pode nos abrigar.

Ainda no Salmo 25, o versículo 15 revela uma das maiores declarações de fé que podemos dirigir a Deus. “Os meus olhos estão sempre voltados para o Senhor, pois só ele tira os meus pés da armadilha”. Que alivio sentimos ao poder dizer, do fundo do coração, estas palavras. Nenhuma armadilha poderá nos prender. Não há ciladas que possam nos derrubar.

Se você já conhece o Senhor, se mantenha firme, com os olhos voltados a Ele. Caso você ainda não o reconheça como o seu salvador, hoje é a grande oportunidade. Deus quer você. Ele não abre mão de você. A sua misericórdia se estende de geração em geração, até alcançar você. Abra o seu coração e deixe-o ser inundado pelo amor de Cristo. É esse amor que nos mantêm vivos e não nos deixa cair nas armadilhas desta vida.


Venha a Cristo. Ele te espera de braços abertos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O inimigo quer nos destruir, mas Jesus intercede por nós

Na nossa vida cristã nós temos uma meta, um objetivo. Por ele lutamos, enfrentamos dificuldades, angústias e opressões. Por muitas vezes chegamos ao ponto de quase desfalecer. Mas Deus nos suporta. Este alvo que buscamos é o céu, uma vida eterna ao lado do Pai. Jesus, em Lucas 22:29, promete aos seus discípulos e seguidores que “vos destino o reino, como meu pai mo destinou”.

No entanto, esta jornada não é fácil. Em todos os momentos o diabo, inimigo de nossas almas, tenta nos desviar deste caminho, buscando nos tirar o foco daquele que é o nosso principal é único objetivo. Contenda, inimizades, falta de perdão. São apenas alguns exemplos dos ingredientes usados de forma maligna para impedir que recebamos as bênçãos divinas, prometidas a nós.

No mesmo capítulo 22 de Lucas, Jesus faz uma declaração surpreendente a Pedro, nos versículos 31 e 32: “Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo, mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos”. Lindas e confortantes palavras ditas pelo mestre.

Palavras que revelam algumas verdades para nós, servos como Pedro: 1º Satanás busca sempre nos cirandar, mas não pode fazer isto sem a permissão de Deus; 2º Jesus é nosso advogado e roga ao Pai sempre, por nós, não permitindo que nossa fé desfaleça; 3º Pedro ainda não estava totalmente convertido, vide a profecia de sua negação, feita por Jesus, versículos seguintes. Provavelmente sua vida não teria sido tocada realmente por Deus, mais adiante, mostrando que essa era a intenção de Satanás.


Não se engane, querido irmão. Mesmo quando tudo parece tranqüilo, em plena paz, temos um inimigo pronto para nos atingir. O nosso consolo é que temos um advogado, o melhor que já existiu, chamado Jesus, que intercede por nós. O único que pode interceder.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Jesus nunca nos lançará fora

A salvação de nossas almas é algo irrevogável. Fomos escolhidos antes mesmo da fundação do mundo, e nada nesta vida poderá impedir o plano salvífico de Deus em nossa história. Nenhuma luta, tribulação, nem mesmo a morte pode nos afastar de Deus. Essa é, sem dúvida, a melhor afirmação que podemos receber. Mesmo sem nenhum tipo de merecimento, sem méritos próprios, Deus nos salvou e no reservou a vida eterna no céu.

Em João 6:37, Jesus confirma esta sentença: "Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora". Aleluia!!! A vinda de Jesus ao mundo foi para confirmar a salvação do povo de Deus. O Pai enviou o Filho para morrer em nosso lugar, proporcionando o pagamento do preço pelos nossos pecados. O sangue de Cristo, derramado no Calvário, foi a moeda usada para custear a nossa redenção.

Somos eleitos. Estamos salvos. A nossa eleição é pré-histórica, ocorreu antes mesmo da criação. Por isso não se deve a nós. Deus nos escolheu quando nenhum de nós sabíamos se seriamos ricos ou pobres, homens ou mulheres, brancos ou negros. A salvação, por outro lado, é confirmada na história de nossas vidas. O nosso relacionamento com Deus, no dia a dia, confirma o compromisso que temos com Ele, digno dos escolhidos.

Por isso, não temas. Você não perderá sua salvação, jamais! Jesus nunca nos lançará fora, pois fomos dados por Deus. Isso nos faz perseverar, no conviver diário com Cristo, rumo à nossa verdadeira morada, que não é neste lugar. Tenha paciência, falta pouco, muito pouco.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Sempre perseguidos, nunca desamparados

Muitas vezes em nossas vidas, regadas por falta de fé e incredulidade, nós ficamos aflitos. As circunstâncias da vida nos deixam assim. Falta de dinheiro, desemprego, problemas familiares, doenças. Tudo isso nos deixa desesperados, a ponto de sentirmos abandonados a própria sorte. Mas não é verdade. Não somos e nunca seremos derrotados. Pelo contrário, estes eventos nos capacitam para algo melhor. A vitória!!!
Na segunda carta aos Coríntios, no capítulo 4 e versículo oito, o apóstolo Paulo diz que em tudo somos atribulados. E ele tinha razão. Nos dias atuais, assim como naquela época, muitas são as tribulações que passamos. Independente do tamanho dela, sempre achamos que não vamos resistir. Nesta ocasião, tendemos a acreditar que as ondas do mar serão maiores que nossos pequenos barquinhos. Iremos submergir.
Mas, no mesmo versículo, o velho Paulo nos dá um alento. Ele não nega as nossas tribulações, mas afirma que elas não podem nos deixar angustiados, desanimados. Ele sabe também que somos e seremos sempre perplexos, mas nunca desamparados. Ou seja, nossa fé e nossas convicções espirituais nunca irão morrer, mesmo passando por terríveis dificuldades.
Por isso, meus queridos irmãos tenham uma certeza: Deus está conosco, bem ao nosso lado. Ele conhece nossos problemas, nossas dificuldades. O Senhor sabe exatamente do que necessitamos e está pronto a nos ajudar. Ele vai nos livrar. Talvez não “das” tribulações, mas sim “nas” tribulações, para que os nossos corações nunca sejam desfalecidos Nele.
“Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus”.
                                                                                                                II Corintios 4:15 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A vitória pertence ao Senhor!!!

Esta semana ficou marcada pela classificação de diversas seleções para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada aqui no Brasil. Desde as poderosas, como Espanha, Itália e Alemanha, às mais modestas, como Costa Rica, Honduras e Irã, passando pelas consideradas médias, como Chile e Bélgica, todas comemoram seus triunfos. Mais ainda a Bósnia, que vai disputar um mundial pela primeira vez em sua história.

Triunfo! Foi a palavra mais usada para relatar a classificação destas equipes. Superaram barreiras, obstáculos e triunfaram. Deus permitiu que triunfassem. Nenhuma vitória ou derrota deixam de passar pelo crivo divino. Ele quem determina quem serão os agraciados e quem serão os frustrados após cada disputa, em qualquer área de nossas vidas.

Provérbios 21:31 diz: “Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória”. Do Senhor. Todas as seleções se prepararam. Escolheram seus melhores atletas. Investiram tempo e recursos em treinamentos, análises, concentração. Disputaram partidas intensas. Mas só conseguiram vencer porque o Senhor permitiu que assim acontecesse.

Findas as eliminatórias, é hora de comemorar, festejar o triunfo merecido. Mas ninguém pode esquecer-se do verdadeiro responsável pela classificação: Deus. Ele não veste a camisa de seleção nenhuma. Não faz gols e tampouco escala os times. Não tem preferência especial por nenhum jogador. Mas, posso dizer com toda certeza, nenhum resultado O surpreende.


Quem a venha a nossa Copa do Mundo. Deus já sabe quem será o campeão. Mas não irá contar a ninguém, felizmente.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Os humilhados estão sendo exaltados, de novo

O Palmeiras está nas nuvens. Um ano depois do amargo rebaixamento à segunda divisão do Campeonato Brasileiro, pela segunda vez em sua rica história, o alviverde de Palestra Itália vai atropelando seus adversários e conta as rodadas para voltar à elite. Falta pouco, muito pouco. A confiança do torcedor está de volta, vide a presença maciça em todos os jogos do time na Série B, dentro ou fora de casa.

Em novembro de 2012, os palmeirenses choravam, envergonhados, pela queda do time. Estavam humilhados. Em novembro de 2013, se não for ainda antes, estes mesmos palmeirenses irão cantar, vibrar, se alegrar com a redenção e o acesso do time. Estarão exaltados. Uma mudança radical, uma guinada alucinante. Os humilhados, então, serão exaltados.

José passou por isso. Não deveria ser jogador de futebol, muito menos do Palmeiras. O Palmeiras não existia em sua época, e o jogo de correr atrás de uma bola de couro sequer havia sido inventado. Mas o filho de Jacó passou pelo processo de redenção, da humilhação para a exaltação. Também por duas vezes.

Primeiro José foi abandonado pelos irmãos. Primeiro jogado em uma cisterna, depois vendido aos mercadores. Seus irmãos, que poderiam ser o seu porto seguro, o desprezaram, motivados pela inveja. A humilhação de ver parte de sua família o abandonar foi cruel para aquele jovem.

Depois, já na casa de Potifar, José foi mandado para a prisão, injustamente. Acusado por um crime que não cometeu, mais uma vez lhe viraram as costas. Teve que mofar, por muitos anos, naquela cela fria e úmida. Tudo parecia perdido. Mais uma vez, José estava sendo humilhado.

Mas Deus havia preparado algo muito grande na vida de José. Permitira aquele sofrimento, aquelas humilhações, para forjar o caráter daquele homem, que um dia seria governador do Egito. Deus sabia que José seria importante para a história do Seu povo. Mas ele teria, primeiro, que passar pela escola do sofrimento, da dor e da humilhação. A exaltação, entre seus irmãos e todos os egípcios e hebreus, seria o diploma daquele curso.

Por isso, palmeirense, aproveite. Na vida, não conseguimos prever se, e quando seremos humilhados. Mas podemos tirar lições valiosas desta humilhação. Humildade, confiança em Deus e certeza da Sua redenção são matérias obrigatórias nesta jornada.


Deus abençoe.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A justiça exalta os povos

Temos passado por uma grave crise institucional em nossa nação. Escândalos no meio politico fazem parte do noticiário, quase que diariamente. Senadores, deputados, governadores. Corrupção, abuso de autoridade e desvio de dinheiro público. Combinação que envergonha. Em minha cidade, para não ir muito longe, o prefeito acaba de ser cassado, por suspeita de "Caixa 2" em sua campanha eleitoral. Muitos brasileiros estão decepcionados com esta nação.

O sábio salomão diz, em Provérbios 14: 34, que "a justiça exalta os povos, mas o pecado é a vergonha das nações". O pecado, sempre o mau e velho pecado. É o pecado que leva ao desvio de verbas que deveriam ser destinadas à saúde ou combate à fome. É o pecado que faz com que os homens se esqueçam dos seus princípios, ignorem qualquer noção de ética, e se afundam em conchavos que buscam apenas e tão somente seus benefícios próprios. E o povo? Como bradava o personagem do saudoso Chico Anísio, "o povo que se exploda!!!".

Se o pecado tem envergonhado nossa nação, e muitas outras pelo mundo, Provérbios também mostra a receita para a exaltação dos povos: a justiça. Clamamos por justiça. Esperamos por justiça. Precisamos que os condenados realmente fiquem condenados. Necessitamos que os cassados deixem seus cargos e conluios. É fundamental que bandidos e criminosos sejam punidos na medida justa pelos crimes que cometeram, seja eles analfabetos ou formados, pobres ou ricos, negros ou brancos, com farda ou sem ela. Não deve haver distinção.

Parece utopia este pedido. Estaria eu com febre? Delirando? Não, nada disso. Me prendo à Palavra de Deus. Creio que Americana e o Brasil podem ser exaltados. Tenho certeza que nosso povo não precisa se manter envergonhado, desanimado e descrente. Abandonemos a vergonha do pecado e busquemos a justiça que exalta.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Eu sei em quem tenho crido

Como é bom sabermos e conhecermos em quem depositamos a nossa fé e nossa esperança. Qual confortante é temos a certeza de Deus que cuida de nós, ampara em nossas dificuldades e alimenta nossa busca por uma vida melhor, não nesta terra, mas com Ele, para sempre, nós céus. Como Paulo podemos dizer: "...porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia" II Timóteo 1:12.

O velho e sábio Paulo estava preso, quando escreveu a carta à Timóteo. Estava numa prisão fria, úmida, cercado de outros prisioneiros acusados dos mais diversos tipos de crimes. Se fosse outra pessoa, até mesmo você e eu, Paulo desejaria a morte, alegando que não resistiria ficar nenhum minuto mais naquele lugar. E, pior, começaríamos a murmurar, reclamar, questionando fato de, na nossa visão, Deus ter nos esquecido e abandonado naquele cárcere.

Mas o apóstolo não pensava desta forma. Paula sabia que aquela prisão era uma providência divina, com um intuito infinitamente maior do que qualquer mente humana pudesse compreender. Ele nunca "determinou" ou "decretou" que as paredes daquela cadeia ruíssem. Tampouco usou sua santidade e relacionamento intimo com Deus para exigir algum tipo de beneficio. Ele apenas esperou, certo de que, se fosse a vontade de Deus, ele seria liberto.

O combustível da nossa esperança de livramento é a nossa fé. Se estamos presos, mesmo que em cadeias invisíveis, devemos reconhecer que o Deus em quem temos crido é poderoso para nos guardar e livrar, se for o caso. Mais do que bençãos e milagres nos dias de hoje, devemos ansiar àquele dia. Paulo sabia como este dia seria maravilhoso, ao ponto de esquecer todos os sofrimentos daquela prisão. E nós, hoje, também precisamos ter isso em mente e não nos envergonhamos. Nada neste mundo se compara ao que Deus nos tem preparado.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Jesus não marginalizou a mulher samaritana

O diálogo entre Jesus e a mulher samaritana, junto ao poço de Jacó, é uma excelente lição nos ensinada pelo mestre. Mesmo indo contra todas as convenções e os conceitos judeus, o Senhor quebrou paradigmas. Conversou com uma mulher, o que era considerado imoral para a sociedade da época, e se dirigiu à uma samaritana, povo considerado inimigo mortal para os judeus. Mas Jesus provou que não tinha nenhum tipo de preconceito.

Como profeta, o Pai mostrou àquela mulher que conhecia muito da sua vida. Sabia que ela já passara por diversos casamentos e, por isso, era renegada pela sociedade. O versículo seis, do capítulo 4 de João, diz que tudo aconteceu na hora sexta, ou seja, por volta do meio dia. Neste horário, as mulheres já tinham passado pelo poço, fazendo com o que o movimento fosse pequeno. Provavelmente a mulher samaritana tinha vergonha de sua situação e medo de ser desprezada.

Jesus não se importa com a situação em que vive o ser humano. Ele apresenta e espera por mudanças. Ao conversar com aquela mulher, Ele sabia o quanto ela precisava de uma palavra de conforto. A mulher necessitava se sentir amparada, compreendida, mesmo que Jesus não concordasse com o seu estado de vida atual. Por isso foi lhe apresentada uma água especial, diferente de todas as águas que ela já havia retirado daquele poço.

A água da vida está a disposição de todos. Não importa quais os defeitos, quais as limitações que enfrentamos. Talvez estejamos marginalizados, renegados pela sociedade. Em alguns casos até as outras pessoas, consideradas "dignas" no evitam e discriminam. Mas Jesus não. Ele interrompe sia jornada, para junto ao lugar onde estamos e puxa conversa conosco. Tem muito a nos oferecer. Nos oferece a sua água, a sua vida. E quem a bebe nunca mais terá sede.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Os olhos verão a recompensa dos ímpios

Estamos vivendo em mundo, em uma sociedade permeada de injustiças. Para onde nós olhamos, podemos contemplar pessoas inescrupulosas, desprovidas de caráter, sem temor de Deus, que não medem esforços para levar vantagem na vida. Doa em quem doer, custe o que custar, gananciosos desprezam bons princípios para conseguirem o que tanto almejam. Triste, muito triste saber que as novas gerações estão seguindo a fórmula do crescimento à base da queda do nosso próximo.

Quando isso acontece, a primeira reação dos justos, como eu e você, é de indignação. Poxa vida, pensamos, como nós, que buscamos agir corretamente, respeitar os outros semelhantes, muitas vezes sofremos em nossas vidas? Por outro lado, o nosso parente, vizinho, colega de trabalho, não tem o minimo de agir cristão, como verdadeiro seguidor de Cristo, e mesmo assim prospera? Existe injustiça de Deus nisto? Absolutamente não.

O Salmo 91, uma das passagens mais lidas da Bíblia, nos dá uma resposta à essa pergunta. O versículo 8 é um bálsamo para aqueles que estão cansados de presenciar os triunfos dos injustos, na mesma medida que observa as dificuldades de sobrevivência daqueles que temem à Deus. "Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos impios". E recompensa, aqui, com certeza não se refere à coisas boas.

Nós, como cristãos genuínos, nunca devemos desejar o mal de alguém. Nem o próprio Deus o deseja. Mas podemos ter certeza de uma coisa: aqueles que fazem o mal, que cometem injustiças, receberão o seu pagamento, nesta vida ou na eternidade. Se você faz o bem e vive uma vida justa, se deleite com o versículo 9. "Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No altíssimo fizeste a tua habitação". Confie em Deus. Ele fará sua justiça.


sábado, 7 de setembro de 2013

Fiquemos com a Palavra, ela nos basta.

A preocupação de Paulo com as novidades que alguns judaizantes estavam tentando implantar aos gálatas era legitima. Afinal, os crentes daquela região, espiritualmente frágeis, estavam propensos a esquecer tudo aquilo que aprenderam de Deus, através das palavras paulinas, para seguirem as fábulas contadas pelos falsos profetas. Seria uma atitude deliberada de abandonar a palavra da verdade, para seguir ensinamentos que os conduziriam à morte em vida. "Porque não o recebi (o evangelho) de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo" (Gálatas 1:12).

Infelizmente, esta prática também é comum nos dias atuais. As igrejas estão infestadas de pregadores do novo milênio, que se declaram porta vozes vindos direto dos céus, com mensagens totalmente contrárias àquelas reveladas na Bíblia. Não contam com a graça divina e, por isso, fazem graça na tentativa de convencer os fieis. E, infelizmente, conseguem em muitas casos. Isso é um perigo, um câncer que destrói igrejas, ministérios e vidas espirituais.

A palavra de Deus, ao contrário do que muitos pensam, é extremamente simples. Nela encontramos as verdades que iluminam nossas vidas, nos incentivando a deixar o pecado e buscar uma vida de santidade, próxima ao Pai. Nenhum capitulo, nenhum versículo, nada na Bíblia permite uma interpretação errônea, distorcida. Estes "ruídos" na palavra divina são causados pelos homens, em especial aqueles que, como disse Paulo, "querem transtornar o evangelho de Cristo" (1:7).

Vamos aprender a rejeitar essas heresias malignas. Como letra fria, a Bíblia não apresenta nada de diferente, desde quando foi escrita a milhares de anos. Mas como Palavra de Deus, ela se renova diariamente. Ela se basta sozinha, sem a necessidade de subterfúgios ou "novas revelações". Repitamos as palavras de Paulo, escritas no versículo 9 do primeiro capítulo da epístola aos Gálatas: "Se alguém vos anunciar outro evangelho, além do que já recebestes, seja anátema".

Bom final de semana.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Recado aos amigos tricolores

Atendendo a pedidos, excepcionalmente, hoje quero escrever para um público específico. Não que os demais públicos não possam ler o blog hoje. Pelo contrário, sua leitura e seu comentário sempre serão necessários, para aprimorar meus textos e me aproximar de você, leitor. Mas hoje quero escrever aos torcedores do São Paulo. Meu amigo, que draga!!! Os corintianos, como eu, sabem o que é isto. Os palmeirenses, como Zaramelo Jr., Cristian Eduardo e Juraci Catarino conhecem em dobro. O medo do fantasma do rebaixamento.

Por isso sugiro algumas ações que servirão para amenizar o sofrimento tricolor. E recomendo ao Nacim Elias, Allan Torres, Bruno Neves, Frank Chossani e tantos outros milhares de aficionados pelo clube do Morumbi. Primeiro: acreditem. Até porque não adianta nada jogar a toalha neste momento, ainda faltam 20 jogos. Se o time ganhar todos estes 20, será campeão brasileiro. Segundo: vão aos estádios. Encham as arquibancadas, vibrem, gritem, se descabelem. Nada melhor que transmitir energia aos limitados Neguebas e Reinaldos da vida. E, terceiro: já reservem hotéis em Arapiraca e Varginha, para o ano que vem. Vai que...

Se serve como consolo, saibam de uma coisa: vocês não irão morrer. Pelo menos não se o São Paulo for rebaixado. Eu costumo observar sempre a metade cheia do copo. A série B é um troféu que o tricolor ainda não possui. Um Soberano não pode deixar faltar nenhuma taça em sua galeria. Seria o tradicional juntar o útil ao agradável, ou a fome com a vontade de comer. A gente só valoriza uma coisa boa quando conhece algo ruim.

Vamos torcer. Ganhar do Náutico e do Fluminense foram duas proezas, temos que reconhecer. Como ainda teremos o segundo turno, podemos dizer que outros seis pontos estão garantidos. Mas por favor, não vamos encarnar os dizeres do hino. As suas glórias vem do passado?

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Lembranças de um pequeno palestrino

Pedro tem onze anos de idade. Onze anos de muita energia e disposição. Filho de pais italianos (que lhe deram o nome em homenagem ao primeiro Papa), ele não poderia torcer por outro time que não fosse o Palmeiras. As primeiras palavras que ele aprendeu a falar foram, além dos óbvios papai e mamãe, verdão, porco e São Marcos. Desde muito pequeno Pedro já vibrava com as defesas, algumas tidas como milagrosas, do goleiro do seu time.

Incentivado por seu pai, Pedro tinha um sonho. Assistir a um jogo do Palmeiras no Palestra Itália, a casa alviverde. Cantar os belos hinos que a torcida cantava, gritar o nome de cada jogador do time e vibrar, vibrar muito com os gols de uma provável goleada contra um adversário qualquer. Era o sonho perfeito de uma tarde perfeita.

Um dia após o aniversário de Pedro, Giacomo, o seu pai, resolveu que o grande dia havia chegado. Laura, a mãe, não gostou nenhum um pouquinho da idéia, fazendo aflorar os mais preocupados sentimentos maternos. Por fim, depois de um intenso debate, prevaleceu a vontade dos homens da família. E o presente de Pedro estava garantido.

Já passavam das duas horas da tarde quando os dois, pai e filho, saíram de casa. Não distante três quadras do estádio. “Vamos a pé para já vivenciar a festa da torcida Pedrinho”, disse o pai, num misto de alegria, orgulho e emoção. Pedro nem tinha palavras. Não precisava delas. O brilho do seu olho e seu sorriso já dizia tudo.

Na avenida que passa em frente ao Palestra, Giacomo percebe uma estranha movimentação. Seria uma comemoração? Improvável, já que o jogo não havia começado. Era um tumulto de torcedores, sem ingressos, que enfrentavam a policia, para entrar no campo sem ter direito a tal. Pedro foi abraçado fortemente pelo pai, se sentindo protegido.

Saindo dessa confusão os dois chegaram às bilheterias. Para garantir o conforto dos dois, Giacomo resolvera comprar ingressos das cadeiras especiais, reservadas. Mais caras, mas infinitamente mais agradáveis que as arquibancadas comuns. Quando lá chegaram, notaram que a cadeira deles estava ocupada por outro torcedor. Mas como? Elas não são reservadas? Procurou um segurança do clube que, com grosseria, disse que ele deveria ter saído mais cedo de casa. Quanta indelicadeza... Para não gerar atritos, Giacomo sentou-se em outro lugar.

Quando o jogo começou a dupla se esqueceu dos infortúnios passados. Pedro, principalmente, se deliciava com cada lance, cada chute, carrinho do zagueiro ou até mesmo arremesso lateral. Nada passava pelo seu olhar atento, apaixonado e apaixonante. “Pai, o Marcos é o melhor goleiro do mundo”, dizia ele constantemente, mesmo sem o goleiro ter sequer feito uma grande defesa. No fim, vitória do Palmeiras, por 2 a 0, finalizando uma tarde maravilhosa, um presente de aniversário inesquecível. Pelo menos era o que pensava Pedro.

Quando deixava o portão, pela saída principal, Giacomo viu dois torcedores discutindo. Não eram rivais, ambos usavam camisas verdes. Em poucos segundos, o que era apenas um dialogo mais exaltado se tornou em uma briga generalizada. Pior, como os torcedores que estavam dentro queriam sair, enquanto os de fora tentavam retornar para o interior do estádio, o pai se viu encurralando, segurando um assustado Pedro pelos braços.

Em um momento de inquietação Giacomo avistou alguns policiais que se aproximavam do tumulto. “Quem bom”, pensou ele. “A ordem será restabelecida”. Puro engano. Para tentar dissipar os brigões, a Policia distribuiu cacetadas aleatoriamente, se utilizando também de bombas de gás para apressar a dispersão. Apanharam jovens e velhos, homens e mulheres, encrenqueiros e apenas torcedores. Pedro escapou. Giacomo não. Foram duas pancadas nas costas, além de um soco, desproposital, de um homem desesperado que tentava se safar.

Como saldo dessa batalha, dezenas de pessoas ficaram feridas. Poucos torcedores foram presos. Giacomo e Pedro conseguiram chegar em casa apenas três horas após o término da partida. Lá, encontraram uma esposa e mãe preocupada e brava, como uma legitima italiana. A raiva gerou um discurso inflamado, lembrando da recomendação dada para que o passeio não acontecesse. A preocupação fez com que ela cuidasse do filho, chorando desesperadamente, e do marido, cheio de feridas.


No entanto, em Pedro, ficaram feridas que nenhum carinho de mãe cura. Ferimentos que desmancharam o sonho de um menino, que, no seu aniversário, sonhava em ver o seu time jogar e vencer, mas não imaginava que essa vitória iria provocar tantas dores. O Palmeiras ganhou um jogo, apenas mais um jogo. Mas perdeu o mais importante. O privilégio de povoar o mundo encantado de uma criança.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Nade rumo à praia da realização pessoal

Fiquei encantando ao conhecer a história de superação de uma mulher, de 65 anos, que foi de Cuba aos Estados Unidos nadando. Isto mesmo, nadando. Sem avião, trem de alta velocidade ou carro de última geração. Ela encarou os desafios do mar gelado, a escuridão da noite e as dores pelo corpo. Já tinha tentado outras vezes, inclusive 30 anos antes, mas agora, finalmente, ela conseguiu vencer um dos seus maiores desafios na vida.

A história desta senhora me fez pensar: como nós, seres humanos, somos incapazes de reconhecer nossas próprias capacidades!!! Afinal, desistimos de nossos objetivos ao encarar a primeira pedra pelo caminho. Damos meia volta quando encontramos a primeira barreira. Da obstinação e obsessão por aquilo que tanto lutamos, resta apenas a decepção e a desilusão por termos nos sentido fracos e sem capacidade de alcançar êxito.

Já pensou se ela tivesse abandonado seus planos no primeiro fracasso? Provavelmente, hoje, ela seria uma mulher frustrada, esquecida. Não teria reconhecimento algum dos seus feitos. Não somente ela, mas inúmeros outros personagens históricos só merecem essa denominação porque não tiveram medo de errar. Pelo contrário, usaram os erros como combustível para buscar uma capacitação ainda mais plena, possibilitando as vitórias nos intentos aos quais se propuseram fazer.

Você não precisa nadar de Cuba até os Estados Unidos. Nem mesmo precisar nadar. Basta acreditar, confiar no seu potencial. Basta ter a consciência de que você sempre poderá mais. E quando alcançar um objetivo, outros maiores estarão te esperando. Tropeços vão acontecer. Quedas e ferimentos serão inevitáveis. Mas não desista. A praia, do outro lado do oceano, te espera de braços abertos.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Quem enxuga as nossas lágrimas?

Temos chorado muito neste últimos dias. As lutas, aflições, dificuldades que o mundo nos impõe, nos fazem chorar bastante. Temos perdido nossos filhos para as drogas, nossos cônjuges para o adultério, nossos pais para a depressão. Entes queridos estão morrendo, físico e espiritualmente, sem nada podermos fazer para mudar a situação. Nosso planeta geme com destruições, terremotos, inundações, guerras, além da temível ambição humana. Enfraquecidos e incapazes de mudar este status quo, optamos pelas lágrimas.

Em algumas circunstancias, existem pessoas ao nosso lado, que se não enxugam nossas lágrimas, pelo menos se oferecem para chorar conosco, ao nosso lado. São anjos vestidos de homens, que não necessitam de palavra nenhuma para nos ajudar. Seu simples carinho, seu ombro amigo, seus ouvidos para nos ouvir, nos ajuda quando não existem mais soluções para nossos problemas, que não seja chorar. O choro que desafoga nossa alma e refresca o nosso coração.

No entanto, algumas pessoas estão sós. Carentes, solitárias, não contam com amigos, família, ninguém para os ajudar, chorar com eles e enxugar suas lágrimas. E aí que Deus age. E é aí que estes percebem não estar abandonados. Apocalipse 4:21 diz que "Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima". O próprio Deus. Não será nenhum psicologo, psiquiatra, terapeuta, acompanhante. Não. Será o próprio Deus. Ele sabe que choramos. Ele sabe e reconhece os motivos pelo qual choramos. Ele enxugará nossas lágrimas.

No contexto em que o versículo citado está inserido, João fala de forma escatológica, dos novos céus e terra. Mas esta palavra serve para nós, nos dias de hoje. Deus enxuga e enxugará nossas lágrimas. Basta estarmos com Ele, ao lado dEle. Talvez Deus não tem impedido a gente de chorar, mas nenhuma lágrima é perdida, sem que Ele enxugue.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Vamos valorizar o beijo

Você já percebeu como o beijo se tornou algo banalizado? Sério, a modernidade conseguiu transformar o beijo em uma coisa corriqueira, comum, quase que superficial. Se outrora era algo sublime, solene, porta de entrada para um relacionamento sério, hoje o beijo se tornou apenas mais um número, quesito nas estatísticas de moços e moças que saem para uma balada. Quanto mais beijo, mais querem me beijar, diz a nova teoria.

Não sou tão velho assim, mas sei que, antigamente, namorados se beijava apenas após vários encontros. Se pegar na mão já era difícil, imagine um beijo, mesmo que no rosto!!! Sei de casais que se beijaram pela primeira vez, pasmem, somente após o "sim" na cerimônia de casamento. Beijos na boca, destes de línguas, já foi até considerado um pecado mortal, semelhante a um sacrilégio. Quantas mudanças apreciamos nas últimas décadas.

Hoje desconhecidos se beijam antes de informar seus nomes. Homens beijam homens e mulheres beijam mulheres. Já existem festas dedicadas ao beijo. Livros com técnicas para um bom beijo. Comunidades na internet foram feitas para que os beijoqueiros relatem suas atividades, inclusive com placares marcando a quantidade de bicotas dadas naquele dia. A tecnologia permite até beijos online, sem contato físico. A única vantagem, neste caso, é não haver beijos ruins.

Eu não sei o valor que você dá ao beijo. Não faço ideia de quantos beijos você já distribuiu hoje ou nesta semana. Pode ser até que você esteja fazendo jejum de beijos, não sei. Mas, por favor, vamos tratar o beijo da forma que ele merece. É uma das mais sinceras expressões de carinho. Um beijo bem dado é capaz de prender a respiração, quase sufocar. Quando beijamos, com amor, nosso coração dispara, aumentando a pressão sanguínea. É um êxtase.

Por isso, não beije por beijar. Não beije apenas para ser parte do "grupo". Não dê importância àqueles que tiram sarro de você, chamando-o de BV (boca virgem). Diga apenas que está esperando a pessoa certa, que lhe dará o melhor beijo da sua vida, durante toda a sua vida.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cheguei a mil visualizações. Obrigado, 1000 amigos.

Na vida é possível ter mil amigos? Não digo nas redes sociais, Twitter, Facebook ou Orkut. Digo na vida mesmo, no conviver diário. É muito amigo, não acha? E, quando falo amigo, digo na plena expressão da palavra. Não falo de colega, conhecido, companheiro de trabalho. Digo amigo, amigo. Aquele que te liga pra saber como está, que chora com você e dá gargalhadas contigo, nas horas felizes. Aquele que caminha ao seu lado nos momentos mais difíceis da sua vida. Esse é o amigo.

Não sei se tenho mil amigos. Não sei nem quantos são realmente. Mas são muitos, graças a Deus. E muitos deles me dão o prazer de visitar este humilde blog, seja todos os dias, uma vez por semana ou uma única vez no mês. É para eles, ou melhor para vocês, que escrevo este texto. Para agradecer as mais de mil visualizações neste espaço, desde quando ele nasceu.

Aqui falo de meus sentimentos. Escrevo com o coração, com a alma. Palavras que expressam aquilo que vivo ou já vivi e aquilo que acredito. Misturo um pouco de fantasia e realidade, mas sempre tentando ensinar alguma coisa importante para os meus leitores. Espero que este propósito esteja sendo cumprido. Se não, prometo procurar melhorar.

Neste blog não existe preconceito, nem limitações. Todos podem ler. Homens, mulheres, jovens ou idosos. Palmeirenses, corintianos, santistas ou são-paulinos. Evangélicos ou católicos, ricos ou pobres, urbanos ou rurais. Todos são bem vindos, não somente com a sua leitura, mas com seus comentários e opiniões. Serão sempre bem-vindos.

A mim, não resta mais nada a dizer. Apenas, obrigado!!!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Deus, me livrai dos violentos, inclusive os torcedores

As imagens dos últimos confrontos entre torcidas organizadas no Brasil, nos jogos envolvendo Vasco, Flamengo, Corinthians e São Paulo, trouxeram à tona, novamente, o temor que os torcedores “comuns” têm de ir aos estádios, correndo o risco de serem agredidos pelo rival. Novamente estamos vendo gangues, disfarçadas de torcidas, que não pensam em outra coisa que não seja agredir, bater, ferir e, em alguns casos, até mesmo matar.

Como agravante, no jogo Vasco x Corinthians, em Brasília, em meio à briga dos torcedores, foram flagrados um vereador e um dos ex-prisioneiros que ficaram encarcerados na Bolívia, após a morte de um garoto que torcia pelo time local, pela Libertadores. Lamentável!!! Um “representante” do povo e um reincidente em ocorrências do tipo.

O mais triste é saber que brigas como estas acontecem com torcedores de todos os times, grandes ou pequenos, de capitais ou interior. Aliás, a violência e agressividade não estão restritas apenas aos campos de futebol. Elas estão em toda a sociedade. O Salmo 140 mostra a aflição de um homem, constantemente afligido por ações violentas. Ele começa sua oração pedindo a Deus o livramento dos violentos e perversos.

Os versículos que se seguem mostram ainda mais o desespero daquele clamor. “Homens arrogantes prepararam armadilhas contra mim, perversos estenderam as suas redes; no meu caminho armaram ciladas contra mim”, diz o versículo 5. O salmista estava atemorizado.



Todos nós, servos de Deus, estamos sujeitos à violência, seja em um estádio de futebol, na rua de casa ou mesmo dentro de nossos lares. Por isso, devemos orar continuamente ao Senhor, como fez o salmista, para sermos livrados dos homens violentos, sejam eles corintianos, palmeirenses ou são-paulinos. A violência e a barbárie não possuem paixões clubisticas.

Como consolo, no mesmo salmo Deus envia a resposta: “Sei que o Senhor defenderá a causa do necessitado e fará justiça aos pobres. Com certeza os justos darão graças ao teu nome, e os homens íntegros viverão na tua presença (Salmos 140:13-14). Fiquemos com esta palavra. Seja você jogador, dirigente ou torcedor, lembre das palavras de Cristo, que nos adverte a buscar a paz com todos.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Um ótimo dia para recomeçar

Segunda-feira é dia preferido para iniciar projetos. Dez em cada pessoas projeta o começo de alguma para coisa para a segunda-feira. Seja o esperado e tão necessário regime. Seja o começo das aulas daquele curso técnico, de línguas ou de pós-graduação. Seja o novo emprego, tão aguardado e almejado, que fez você torcer para o final de semana passar rapidinho. Não importa a meta, mas certamente ela foi marcada para começar nesta segunda-feira.

Não existe nada de ruim nisso. Pelo contrário, quando projetamos algo, significa que vamos nos empenhar ao máximo para que este algo se realize. Até levamos em conta as dificuldades, as pedras que deveremos encontrar pelo caminho. Mas seguimos em frente, batalhamos em busca da conquista. Colocamos em mente que iremos conseguir o que queremos e, muitas vezes, realmente conseguimos. Mas, em algumas poucas vezes, nos frustramos.

E é contigo que eu quero falar. Tudo bem, escrever. Você que começa hoje seu 45º regime. Você que vai iniciar mais um curso profissionalizante, mesmo depois de ter abandonado uns três antes mesmo de completar dois semestres. Você que começa em um novo emprego, confiando que, enfim, sua carreira profissional irá decolar. Quero dizer-te que és um privilegiado. Nós somos pessoas privilegiadas. Afinal, ainda temos a chance de tentar de novo, começar de novo.

Puxe pela memória: quantas pessoas que você conhece que não tiveram essa chance? Quantos gostariam, dariam a vida pela chance de um recomeço, e não o podem? Quantos amigos, conhecidos, ficaram pelo caminho, buscando algo novo para suas vidas, suas existências. Eles gostariam de estar no meu e o no seu lugar.

Por isso, boa segunda-feira. Boa semana. Bom recomeço. Encare esta nova etapa em sua vida como única, exclusiva e inigualável. Olhe para este dia, para esta semana, como o momento certo para transformar sua vida, talvez em algo que nunca poderia esperar.

Seja feliz.